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Um garoto que ainda acredita no amor, nas coisas simples da vida, que acredita que talvez um dia possa ser compreendido. E junto de alguém seguir um caminho... ter uma história... Minha personalidade é o bem mais valioso que possuo, nela consite a relidade do meu eu, meus desejos e minhas virtudes, seu respeito à minha opinião será seu primeiro passo para ganhar minha confiança... mas ainda faltarão milhares para encontrar uma "gema" neste "ovo de aço" impenetrável...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Medo de Amar


Parece absurdo, mas medo de amar ? Bem, é meio contraditório
que eu fassa esta pergunta uma vez que eu também tenho este medo.
Com tantos medos que temos que enfrentar todos os dias, o medo de amar é o que mais me assombra, e sem falar da tão temida solidão, e analizando por este aspécto, já não sei qual é o pior.
Mas a questão que quero abordar, é sobre o medo de amar.
É algo que se instala em nosso corpo, em nossa alma, uma chaga que muitas vezes parece não ter cura e a gente sabe bem o por quê.
O amor um dia acaba. E quando isto acontece termina só de um lado, nunca se encerra nos dois corações ao mesmo tempo, parece ter em um ritmo desacelerado num dos coraçoes. E quando percebemos, ele para de bater. È o fim.
Dói em quem tomou a iniciativa de acabar, porque sabemos que terminar não é fácil, e eu também estive deste lado. Romper um amor, uma relação não é brincadeira, é uma responsabilidade. Diria até que é uma ferida que abrimos na outra pessoa e porque não dizer em nós mesmo também ?
Mas e quando temos um amor rejeitado ? Nem se fala... é uma ferida exposta em nossa alma, que nos faz definhar dia-a-dia. E eu sei bem do que estou falando.
Mas tudo passa, acabamos por nos entregar a novos sentimentos, a desejos e loucuras que só o amor é capaz de provocar, de nos impulsionar em seguir em frente.
E por quê ? Porque somos corajosos, apesar de um medo tão justificado existir.

Quando o amor acenar,
siga-o ainda que por caminhos
ásperos e íngremes.
Debulha-o até deixá-lo nu.
Transforma-o,
livrando-o de sua palha.
Tritura-o,
até torná-lo branco.
Amassa-o,
até deixá-lo macio;
e,então,submete ao fogo
para que se transforma em pão
para alimentar o corpo e o coração!

Khalil Gibran

Um comentário:

  1. Adorei o texto, como sempre vc me surpreendendo.
    bjus em seu coração.

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